A família Filho

 

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, não se expõe muito publicamente desde que entrou no tribunal. Antes, era um ativo participante político, tendo sido porta-voz de um grupo de juristas que assumiu publicamente o apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República em 2010, fato que lhe valeu várias críticas, também minhas, quando foi indicado ao Supremo por Dilma. Durante sua permanência no cargo, porém, Fachin deu mostra de imparcialidade e independência. Se muitos veem em sua atuação na condenação do então juiz Sergio Moro o passo para a libertação de Lula, não entenderam que Fachin tentou, num último recurso, evitar que Moro fosse julgado na turma presidida pelo ministro Gilmar Mendes, que declaradamente procurava sua punição. Não deu certo a manobra, porque Gilmar, experiente ministro, “enfermeiro que já viu sangue”, não aceitou a argumentação de Fachin de que o caso deveria ser julgado noutra instância que não sua turma. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.