Com as marcas investindo cada vez mais em desempenho e desenvolvimento no mercado mobile, atributos como design, câmera e formato vêm se tornando cada vez mais semelhantes.
Para alguns usuários, portanto, o visual é justamente o grande diferencial.
Em 2026, existem alguns celulares com propostas capazes de chamar atenção logo no primeiro contato.
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A seleção começa com o Xiaomi Redmi 14C (256 GB), que aparece por preços a partir de R$ 1.049 no Mercado Livre e combina tela de 6,88 polegadas com 120 Hz e câmera principal de 50 MP.
No outro extremo está o Motorola Razr Fold (1 TB), encontrado por R$ 14.399 no Mercado Livre, com tela interna Extreme AMOLED de 8,1 polegadas, externa de 6,6 polegadas, Snapdragon 8 Gen 5 e formato dobrável.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de agosto de 2026.
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7 celulares 'diferentões' para quem quer sair do óbvio
Ana Loubak/TechTudo
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Celulares diferentões para sair do óbvio
Xiaomi Redmi 14C (256 GB) — celular de entrada com tela grande e 120 Hz, indicado para quem busca um aparelho chamativo para tarefas do dia a dia sem gastar muito.
Realme C73 (256 GB) — modelo de entrada com bateria de 6.000 mAh e tela de 120 Hz, ideal para usuários que priorizam autonomia e uso diário.
Xiaomi POCO F7 Ultra (256 GB) — celular premium com Snapdragon 8 Elite e tela WQHD+ de 120 Hz, indicado para usuários que buscam alto desempenho e jogos.
iPhone Air (256 GB) — modelo ultrafino da Apple com tela OLED de 120 Hz, voltado para quem prioriza design, leveza e uma experiência premium.
JOVI X300 FE (256 GB) — celular premium com Snapdragon 8 Gen 5 e câmera telefoto ZEISS de 50 MP, indicado para quem busca alto desempenho e fotografia.
Galaxy Z Fold 8 (256 GB) — dobrável com tela interna de 7,6 polegadas, indicado para quem quer praticidade em multitarefas, leitura e consumo de conteúdo.
Motorola Razr Fold (1 TB) — dobrável com tela interna de 8,1 polegadas e 1 TB de armazenamento, ideal para quem busca produtividade, multitarefa e espaço para arquivos.
Como escolhemos os celulares?
Selecionamos modelos disponíveis no varejo nacional que apresentam características capazes de diferenciá-los visualmente ou na forma de uso.
A proposta foi fugir dos smartphones com design convencional e reunir aparelhos que tragam mudanças perceptíveis em construção, formato, espessura, cores ou experiência com a tela.
A lista inclui desde opções mais acessíveis, que se destacam pelo conjunto visual e por recursos específicos, até aparelhos premium e dobráveis que alteram a maneira tradicional de usar um celular.
Também consideramos benchmarks especializados como GSMArena e quando disponíveis, testes e reviews feitos pela equipe do TechTudo.
O que um bom celular diferentão deve ter?
Um smartphone que foge do padrão não precisa ser diferente apenas pela aparência.
O ideal é que o design ou formato pouco convencional venha acompanhado de especificações coerentes com a proposta do aparelho, como tela de qualidade, desempenho adequado, bateria e conjunto de câmeras compatível com a categoria.
Design e construção: materiais, espessura, acabamento, cores e formato ajudam a definir a identidade do aparelho.
Em modelos dobráveis, também vale observar como o mecanismo interfere na experiência de uso.
Tela: tecnologias como AMOLED e OLED, além de taxas de atualização de 120 Hz, podem melhorar a fluidez e a qualidade da imagem.
Desempenho: processadores mais recentes e uma quantidade adequada de RAM são importantes para manter apps, jogos e recursos de IA funcionando com maior fluidez.
Bateria e carregamento: a capacidade da bateria deve acompanhar o hardware e o tamanho das telas.
Recursos de carregamento rápido também podem ser relevantes para quem passa muitas horas longe da tomada.
Câmeras: além da resolução, vale observar a presença de estabilização óptica, lentes ultrawide e telefoto e recursos de processamento de imagem, principalmente em aparelhos premium.
Formato e recursos extras: telas dobráveis, modos de uso alternativos, resistência à água e poeira e recursos específicos de software podem fazer diferença na experiência e justificar uma proposta menos convencional.
1.
Xiaomi Redmi 14C (256 GB) — a partir de R$ 1.049
Indicado a quem prioriza uma tela grande, bastante espaço interno e boa autonomia sem sair da faixa de entrada, o Xiaomi Redmi 14C chama atenção pelo visual inspirado no brilho das estrelas em algumas versões.
Anunciado globalmente em agosto de 2024 e lançado no Brasil em janeiro de 2025, o aparelho combina display de 6,88 polegadas e câmera principal de 50 MP.
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Câmeras do Redmi 14C
Ana Letícia Loubak/TechTudo
O design tem laterais suavemente arredondadas e aparece em três opções de acabamento.
A versão azul tem visual inspirado no brilho das estrelas, enquanto a verde aposta em uma superfície fosca que ajuda a disfarçar marcas de impressão digital.
Na frente, o Redmi 14C traz painel IPS LCD de 6,88 polegadas com resolução HD+ de 1.640 x 720 pixels, brilho máximo de 600 nits e taxa de atualização de até 120 Hz.
A frequência elevada deixa animações, rolagem de páginas e navegação pelo sistema mais fluidas, enquanto a taxa de amostragem de toque de até 240 Hz pode favorecer a resposta durante os jogos.
O display ainda conta com escurecimento DC, redução de luz azul e certificações da TÜV Rheinland voltadas ao conforto visual.
O desempenho fica a cargo do MediaTek Helio G81-Ultra, chip octa-core de até 2,0 GHz, acompanhado por 4 GB de RAM.
A memória pode ser ampliada virtualmente em até 4 GB por meio da RAM dinâmica, enquanto os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço para aplicativos, fotos e vídeos.
Há ainda suporte a cartão microSD de até 1 TB, recurso interessante para quem costuma acumular muitos arquivos no aparelho.
Na fotografia, a câmera traseira principal de 50 MP com abertura de f/1.8 é acompanhada por um sensor de profundidade de 2 MP e uma câmera QVGA.
O Xiaomi Imaging Engine combina processamento de imagem, hardware e inteligência artificial para trabalhar aspectos como cores, nitidez e detalhes.
Na frente, o celular tem sensor de 13 MP com HDR e anel de luz suave.
As câmeras traseira e frontal gravam vídeos em Full HD a 30 fps.
A bateria de 5.160 mAh é um dos pontos que ajudam o modelo a se diferenciar na categoria, com autonomia anunciada de até 22 horas de reprodução de vídeo e até 42 horas de chamadas.
O carregamento é de 18 W e inclui recursos voltados ao gerenciamento da recarga e à preservação da saúde da bateria.
O aparelho sai de fábrica com Android 14 e interface HyperOS, podendo ser atualizado para o Android 16.
Na conectividade, oferece 4G, Wi-Fi de banda dupla e Bluetooth 5.4, mas não conta com 5G ou NFC.
Entre os recursos extras estão Dual SIM, entrada P2 para fones de ouvido e leitor de impressão digital na lateral, além de alto-falante com aumento de volume de até 150%.
O Xiaomi Redmi 14C (256 GB) está disponível a partir de R$ 1.049 no Mercado Livre.
Prós: tela grande de 6,88 polegadas com 120 Hz; bateria de 5.160 mAh; armazenamento de 256 GB com expansão via microSD
Contras: ausência de 5G; não possui NFC; carregamento limitado a 18 W
2.
Realme C73 (256 GB) — a partir de R$ 1.111
Com visual mais robusto e uma bateria de 6.000 mAh, o Realme C73 é indicado a usuários que passam bastante tempo longe da tomada e querem um celular de entrada com bastante armazenamento.
O modelo lançado em 2025 também chama atenção pela construção reforçada, tela de 120 Hz e opções de acabamento que ajudam a fugir do visual mais básico da categoria.
A tela é uma IPS LCD de 6,67 polegadas com resolução HD+ de 1.604 x 720 pixels, brilho máximo de até 725 nits e taxa de atualização de 120 Hz.
A frequência elevada favorece uma navegação mais fluida por redes sociais, páginas e menus, enquanto o tamanho generoso do painel atende bem a quem costuma assistir a vídeos no celular.
O aparelho tem cerca de 7,8 mm de espessura e pesa aproximadamente 197 gramas.
O desempenho fica por conta do Unisoc T7250, processador octa-core fabricado em 12 nanômetros e com velocidade de até 1,8 GHz, acompanhado por 8 GB de RAM.
A memória pode chegar a 24 GB com a expansão virtual de até 16 GB.
Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço para aplicativos e arquivos, com possibilidade de expansão por cartão microSD em versões compatíveis.
Na traseira, o C73 conta com câmera principal de 50 MP com recursos de inteligência artificial, enquanto a câmera frontal tem 5 MP.
O conjunto é mais direcionado a registros cotidianos do que a uma experiência fotográfica avançada, mas a resolução do sensor principal permite capturar imagens em diferentes situações.
Para vídeos, o aparelho oferece gravação em Full HD.
A autonomia é um dos pontos centrais da proposta: a bateria de 6.000 mAh foi pensada para acompanhar jornadas prolongadas de uso, enquanto o carregamento rápido de 45 W reduz o tempo necessário na tomada.
O celular utiliza conexão USB-C e traz Dual SIM, Wi-Fi de 2,4 e 5 GHz e Bluetooth 5.3.
O modelo vendido nesta versão é 4G, sem suporte a redes 5G.
No acabamento, o Realme C73 aposta na construção ArmorShell e em proteção IP64 contra poeira e respingos, além de resistência estrutural a impactos.
O leitor de impressão digital fica integrado ao botão lateral, oferecendo uma forma prática de desbloqueio.
O sistema é o Android 15 com interface realme UI 6.0, que reúne os recursos próprios da fabricante.
Alto-falante, entrada USB-C, sensores de proximidade, luz ambiente e acelerômetro completam o conjunto.
O Realme C73 (256 GB) está disponível a partir de R$ 1.111 no Mercado Livre.
Prós: bateria de 6.000 mAh com carregamento de 45 W; 256 GB de armazenamento com expansão por microSD; construção reforçada com proteção IP64
Contras: processador voltado a tarefas básicas e intermediárias; tela com resolução apenas HD+; câmera frontal de 5 MP
3.
Xiaomi POCO F7 Ultra (256 GB) — a partir de R$ 4.095
Lançado em março de 2025, o modelo conta com hardware de alto nível e foco em desempenho, o Xiaomi POCO F7 Ultra é indicado para quem procura um celular premium capaz de lidar com jogos pesados, multitarefa e aplicativos exigentes.
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A tela utiliza painel AMOLED de 6,67 polegadas com resolução de 3.200 x 1.440 pixels, brilho máximo de até 3.200 nits em condições específicas e taxa de atualização de até 120 Hz.
O display ainda oferece suporte a HDR10+ e Dolby Vision, enquanto a taxa de amostragem de toque pode chegar a 2.560 Hz durante o Modo Turbo de Jogo.
O conjunto favorece tanto a reprodução de conteúdos quanto a experiência em games, com imagens detalhadas e resposta rápida aos comandos.
O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Elite, processador octa-core de 3 nanômetros com velocidade de até 4,32 GHz, acompanhado por 12 GB de RAM nesta versão.
O aparelho utiliza ainda um chipset dedicado ao processamento gráfico, que auxilia na reprodução de imagens e no desempenho em jogos.
Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço para aplicativos, fotos e vídeos, mas não há entrada para cartão microSD para expansão.
Na traseira, o POCO F7 Ultra traz câmera dupla de 50 MP com abertura de f/1.6 e estabilização óptica de imagem (OIS), acompanhada por uma telefoto com OIS e uma ultrawide de 32 MP.
O conjunto oferece zoom de até 20x e gravação de vídeos em 8K a 24 fps.
Na frente, a câmera de 32 MP atende a selfies e chamadas de vídeo.
A telefoto é um dos diferenciais do aparelho, especialmente para fotografias de objetos próximos.
A bateria de 5.300 mAh é acompanhada por carregamento rápido de 120 W, que pode levar o aparelho a 100% em cerca de 34 minutos, segundo a fabricante.
O celular também oferece carregamento sem fio de 50 W.
Na conectividade, há suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC, além de USB-C.
O modelo sai de fábrica com Android 15 e HyperOS 2.0, sistema da Xiaomi que reúne recursos de personalização e gerenciamento do aparelho.
No acabamento, o POCO F7 Ultra combina estrutura metálica, traseira de vidro e proteção IP68 contra água e poeira.
O modelo pesa cerca de 212 gramas e tem 8,39 mm de espessura, com opções de acabamento em preto e amarelo.
Em análise, o GSMArena destacou a tela, o desempenho, os alto-falantes, a autonomia e o sistema de câmeras, especialmente a telefoto para fotos em curta distância.
O Xiaomi POCO F7 Ultra (256 GB) está disponível a partir de R$ 4.095 na Shopee.
Prós: Snapdragon 8 Elite com 12 GB de RAM; tela AMOLED 2K de 120 Hz com suporte a Dolby Vision; câmera telefoto de 50 MP com OIS; carregamento de 120 W e sem fio de 50 W; certificação IP68
Contras: sem entrada para cartão microSD; câmera ultrawide não grava em 4K; câmera frontal limitada a vídeos em 1080p; ausência de eSIM em algumas versões
4.
iPhone Air (256 GB) — a partir de R$ 5.995
Com apenas 5,6 mm de espessura e 165 gramas, o iPhone Air é uma opção para quem prioriza um celular fino, leve e com acabamento premium.
Lançado em setembro de 2025, o modelo traz estrutura de titânio, tela de 6,55 polegadas e processador A19 Pro.
A proposta, porém, envolve alguns compromissos em relação aos modelos mais completos da Apple, especialmente no conjunto de câmeras.
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Traseira do iPhone Air
Rubens Achilles/TechTudo
A tela utiliza painel Super Retina XDR OLED de 6,55 polegadas, resolução de 2.736 x 1.260 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz.
O display também alcança pico de brilho de 3.000 nits, conta com suporte a HDR e Dolby Vision e utiliza Ceramic Shield 2 para proteção.
O tamanho e a alta frequência de atualização favorecem tanto a visualização de vídeos quanto a navegação pelo sistema.
O desempenho fica por conta do A19 Pro, chip de seis núcleos desenvolvido pela própria Apple e fabricado em processo de 3 nanômetros.
O aparelho tem 8 GB de RAM, segundo estimativas, e oferece 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno.
Não há suporte para cartão de memória, portanto a capacidade escolhida no momento da compra não pode ser ampliada posteriormente.
Na traseira, o iPhone Air possui uma única câmera de 48 MP com abertura de f/1.6, estabilização óptica e zoom de até 2x com qualidade óptica.
Na frente, o sensor de 18 MP utiliza formato quadrado para facilitar selfies na vertical ou horizontal sem precisar girar o aparelho.
As duas câmeras conseguem gravar vídeos em até 4K, mas a configuração traseira é menos versátil que a encontrada em outros modelos da mesma faixa de preço.
A autonomia promete até 27 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple, enquanto o carregamento permite recuperar 50% da carga em cerca de 30 minutos com fonte de 40 W.
O aparelho também oferece carregamento sem fio magnético e reverso, além de 5G, Wi-Fi de três bandas, Bluetooth 6.0, NFC e conexão USB-C.
O sistema é o iOS 26, com recursos de inteligência artificial do Apple Intelligence.
O acabamento combina titânio e vidro Ceramic Shield 2, além de certificação IP68 contra água e poeira.
A combinação de tela de alta qualidade, desempenho forte e boa autonomia em um corpo extremamente fino e leve é um destaque O iPhone Air (256 GB) está disponível a partir de R$ 5.995 na Shopee.
Prós: corpo extremamente fino e leve; tela OLED de 120 Hz com alto brilho; processador A19 Pro; câmera frontal de 18 MP; certificação IP68
Contras: apenas uma câmera traseira; sem entrada para cartão de memória; carregamento mais lento que o de concorrentes; menor versatilidade fotográfica pelo preço
5.
JOVI X300 FE (256 GB) — a partir de R$ 7.199
Lançado no Brasil em agosto de 2026, o JOVI X300 FE é voltado a quem busca um celular premium compacto, mas não abre mão de desempenho elevado, boas câmeras e bateria generosa.
O modelo aposta em um corpo de 191 gramas, tela de 6,31 polegadas e recursos direcionados especialmente a criadores de conteúdo e usuários que fotografam e gravam vídeos com frequência.
JOVI lança X300 Ultra e X300 FE com câmeras ZEISS e baterias enormes
A tela é uma AMOLED de 6,31 polegadas, com resolução de 2.640 x 1.216 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 5.000 nits.
O painel também utiliza tecnologia LTPO, que permite reduzir a frequência em situações de menor movimentação para favorecer a eficiência energética.
A construção tem 7,99 mm de espessura e traseira de vidro.
O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Gen 5, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno.
A memória pode ser expandida virtualmente em mais 12 GB, mas não há entrada para cartão microSD.
O conjunto utiliza armazenamento UFS 4.1 e, segundo a própria JOVI, alcança mais de 3,1 milhões de pontos no AnTuTu.
Na traseira, o X300 FE reúne três câmeras desenvolvidas em parceria com a ZEISS: principal de 50 MP, teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 3x e ultrawide de 8 MP.
A câmera frontal também tem 50 MP, enquanto os recursos de software incluem Modo Palco, fotografia urbana e diferentes opções para retratos.
O aparelho consegue gravar vídeos em até 8K a 30 fps e 4K a 120 fps.
A bateria de 6.500 mAh é outro diferencial importante, principalmente considerando o tamanho relativamente compacto do aparelho.
O carregamento com fio chega a 90 W, enquanto a recarga sem fio suporta até 40 W.
A fabricante também oferece recursos como bypass charging, que ajuda a controlar o aquecimento durante sessões prolongadas de jogos.
Em conectividade, o modelo traz 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, infravermelho e USB-C, além de suporte a dois chips.
O sistema é o Android 16 com OriginOS 6, e o aparelho conta ainda com leitor de digitais ultrassônico sob a tela.
A certificação IP68 e IP69 acrescenta proteção contra poeira e água em condições específicas de laboratório.
O X300 FE também chama atenção por entregar um conjunto mais compacto que muitos concorrentes de alto desempenho, sem reduzir tanto a capacidade energética ou o sistema fotográfico.
O JOVI X300 FE (256 GB) está disponível a partir de R$ 7.199 no Mercado Livre.
Prós: desempenho de alto nível com Snapdragon 8 Gen 5; bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W; conjunto de câmeras ZEISS com teleobjetiva de 3x; tela AMOLED LTPO de 120 Hz; certificações IP68 e IP69
Contras: armazenamento não pode ser expandido por microSD; USB-C limitado ao padrão 2.0; preço elevado para um modelo compacto
6.
Galaxy Z Fold 8 (256 GB) — a partir de R$ 11.339
Com pré-venda iniciada em 31 de agosto de 2026, o Galaxy Z Fold 8 é indicado para quem busca um celular premium com formato dobrável, tela ampla para produtividade e entretenimento e maior portabilidade quando fechado.
O modelo pesa 201 gramas e adota uma construção mais curta e larga que a de gerações anteriores, facilitando o uso da tela externa no dia a dia.
Galaxy Z Fold 8: 3 coisas que amamos e 3 que decepcionaram no dobrável
Galaxy Z Fold 8
Ana Loubak/TechTudo
A tela externa tem 5,5 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.
Ambos utilizam tecnologia Dynamic AMOLED 2X, com taxa de atualização de até 120 Hz, e a tela principal alcança brilho máximo de 3.000 nits.
A Samsung também aprimorou a construção da área flexível, deixando o vinco central menos perceptível durante o uso.
O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Elite Gen 5, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno nesta versão.
O conjunto é voltado a tarefas exigentes, jogos e multitarefa, além de aproveitar os recursos do One UI 9.
Em nossos testes, o aparelho apresentou boa fluidez no uso cotidiano, embora atividades prolongadas e pesadas tenham provocado aquecimento e redução de desempenho.
Na traseira, o Fold 8 reúne duas câmeras de 50 MP.
A principal tem abertura f/1.8, estabilização óptica e foco Dual Pixel, enquanto a ultrawide possui abertura f/1.9 e campo de visão de 120 graus.
Nos nosos testes, o conjunto apresentou boa definição e controle de ruído em ambientes internos e cenas noturnas, mas a ausência de uma teleobjetiva dedicada limita o alcance para fotografias a distância.
A proporção mais larga favorece atividades como leitura, jogos, vídeos e multitarefa.
O espaço adicional permite manter dois aplicativos abertos lado a lado, além de tornar mais confortável a visualização de documentos, páginas da internet e conteúdos com muitos elementos na tela.
A bateria tem 4.800 mAh e suporta carregamento com fio de até 45 W.
Nos testes realizados pelo nossa equipe, o modelo não conseguiu completar um dia de uso muito intenso, especialmente com jogos, gravação de vídeos, multitarefa e utilização prolongada da tela interna.
O carregamento mais rápido ajuda a compensar parcialmente a autonomia, mas usuários que passam muitas horas longe da tomada devem ficar atentos a esse aspecto.
Em conectividade, o aparelho traz 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, USB-C e suporte a dois chips.
O sistema é o Android 16 com One UI 9, que inclui recursos específicos para o formato dobrável e ferramentas de inteligência artificial.
O modelo também possui certificação IP48, enquanto a Samsung promete sete grandes atualizações do sistema operacional.
A experiência de uso ainda apresenta algumas limitações.
Durante nossas avaliações, o Instagram demonstrou problemas ao alternar entre as telas durante a criação de Stories, enquanto a ausência de suporte à S Pen reduz o potencial do aparelho para anotações, desenhos e tarefas de produtividade.
Em contrapartida, o formato mais largo, o peso reduzido e o vinco menos aparente foram pontos positivos observados pelo TechTudo.
Em avaliação do GSMArena, o Galaxy Z Fold 8 recebeu elogios pelo formato compacto, pelas telas de alta qualidade, pelo desempenho e pela experiência de software, mas o site também apontou o preço elevado, a falta de uma câmera teleobjetiva e o aquecimento em cargas prolongadas como pontos negativos.
O Galaxy Z Fold 8 (256 GB) está disponível em pré-venda a partir de R$ 11.339 no Mercado Livre.
Prós: formato mais compacto e leve; tela interna ampla de 7,6 polegadas; Snapdragon 8 Elite Gen 5; câmeras de 50 MP; vinco menos perceptível; One UI 9 com recursos para dobráveis; sete atualizações principais do Android
Contras: bateria de 4.800 mAh pode não durar um dia em uso intenso; ausência de teleobjetiva dedicada; não oferece suporte à S Pen; aquecimento em tarefas prolongadas; preço elevado
7.
Motorola Razr Fold (1 TB) — a partir de R$ 14.399
Lançado no Brasil em maio de 2026, o Motorola Razr Fold é o primeiro dobrável da marca no formato de livro e mira principalmente usuários que buscam uma experiência premium para produtividade, multitarefa e consumo de conteúdo.
O modelo combina uma construção sofisticada com tela interna ampla, câmeras avançadas e bateria de alta capacidade, além de oferecer suporte à caneta Moto Pen Ultra.
Motorola Razr Fold: veja preço no Brasil e análise da ficha técnica
Motorola Razr Fold
Ana Loubak/TechTudo
Quando aberto, o aparelho exibe uma tela pOLED de 8,1 polegadas com resolução de 2.484 x 2.232 pixels, frequência de 120 Hz, HDR10+ e brilho máximo de 6.200 nits.
Fechado, o display externo tem 6,6 polegadas, resolução de 2.520 x 1.080 pixels, atualização de até 165 Hz e pico de 6.000 nits.
Os dois painéis utilizam LTPO, permitindo ajustar dinamicamente a frequência para equilibrar fluidez e consumo de energia.
O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Gen 5, acompanhado de 16 GB de RAM e armazenamento interno de 1 TB nesta versão.
A memória RAM pode ser ampliada virtualmente em até mais 16 GB por meio do RAM Boost, mas não há entrada para cartão microSD.
O conjunto é direcionado a quem pretende executar vários aplicativos simultaneamente, trabalhar no celular e manter uma grande quantidade de arquivos armazenados localmente.
Na parte fotográfica, o Razr Fold reúne três sensores traseiros de 50 MP: principal com abertura de f/1,6, ultrawide de f/2,0 e teleobjetiva de f/2,4 com zoom óptico de 3x.
A câmera principal utiliza sensor de 1/1,28", enquanto a lente de maior alcance conta com estabilização óptica.
Para selfies e videochamadas, há uma câmera de 32 MP na parte interna e outra de 20 MP no display externo.
O aparelho também grava vídeos em até 8K a 30 fps.
A bateria de 6.000 mAh é um dos destaques do dobrável, especialmente por superar a capacidade encontrada em diversos concorrentes da categoria.
A célula utiliza tecnologia de silício-carbono e suporta carregamento com fio de até 80 W e sem fio de até 50 W.
Também há recarga reversa de 5 W, que permite utilizar o smartphone para fornecer energia a outros dispositivos compatíveis.
Na construção, o Razr Fold tem 4,7 mm de espessura quando aberto e 10,1 mm fechado, com peso de 243 gramas.
A dobradiça em formato de gota utiliza aço inoxidável, enquanto uma placa interna de titânio ajuda na distribuição da pressão sobre a região dobrável.
A tela externa é protegida por Gorilla Glass Ceramic 3, e a certificação IP49 acrescenta resistência contra poeira, água e condições específicas de exposição.
O aparelho está disponível nas cores Azul Escuro e Branco Lírio.
O sistema operacional é o Android 16 com interface Hello UX, e a Motorola promete até sete atualizações de sistema e sete anos de atualizações de segurança.
Entre os recursos extras estão 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e compatibilidade com a Moto Pen Ultra, que oferece sensibilidade à pressão, detecção de inclinação e rejeição de palma.
O acessório pode ser usado nas duas telas e amplia as possibilidades para anotações, desenhos e produtividade.
Em avaliação do GSMArena, o Razr Fold é elogiado pela experiência de uso, pela construção e pelo equilíbrio geral do conjunto, mesmo sem ser o dobrável mais leve ou fino da categoria.
A publicação também destaca a qualidade das duas telas e considera o sistema de câmeras bastante completo, embora ressalte que o aparelho não lidera todos os quesitos técnicos entre os concorrentes.
O Motorola Razr Fold (1 TB) está disponível a partir de R$ 14.399 no Mercado Livre.
Prós: tela interna ampla de 8,1 polegadas; 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento; conjunto fotográfico com três sensores de 50 MP; bateria de 6.000 mAh; suporte à Moto Pen Ultra; sete anos de atualizações de segurança
Contras: peso elevado de 243 gramas; espessura maior que a de alguns rivais quando fechado; armazenamento não pode ser expandido por microSD; preço alto
Com informações de Apple, AnTuTu, GSMArena [3, 6 e 7], Jovi, Mercado Livre, Motorola, Samsung e Xiaomi.
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Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
