5 dicas para fugir do "combustível batizado" ao abastecer
Encontrar um posto confiável para abastecer o carro sem medo de estar colocando “combustível batizado” no tanque é uma missão cada vez mais difícil nos dias de hoje. Por isso, toda ajuda é bem-vinda para identificar possíveis problemas e, assim, evitar dores de cabeça no futuro. 5 perigos que o uso do metanol causa ao carro (e à sua saúde) Combustível adulterado: estudo mostra números alarmantes no Brasil O Instituto Combustível Legal (ICL) divulgou recentemente dados alarmantes sobre a qualidade da gasolina, do etanol e do diesel vendidos no país, pois detectou que quase 30% dos produtos contêm algum tipo de adulteração. Preocupado com os possíveis impactos que os combustíveis de má qualidade podem causar, não apenas aos veículos, mas ao meio ambiente e à saúde, o órgão elencou algumas dicas importantes para ajudar o consumidor a fugir do “combustível batizado” ao abastecer. Confira. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- 5. Barato pode sair caro A primeira dica para fugir do “combustível batizado” ao abastecer é a mais óbvia, mas, curiosamente, a mais difícil de ser evitada: a das “super-promoções”. Combustível barato demais pode ser indicativo de adulteração (Imagem: Divulgação/Senado Federal) É comum encontrar postos de combustível vendendo gasolina, etanol e diesel com preços bem mais baratos que os da concorrência. Fique ligado, pois isso é um indicativo claro de adulteração e, portanto, o barato pode acabar saindo caro. 4. Postos “piratas” ou “clones” Outra dica importante para escapar das fraudes dos combustíveis é prestar atenção e evitar abastecer nos chamados postos “piratas”. Postos "clones", ou "piratas", copiam identidade visual de marcas conhecidas e são um perigo (Imagem: Divulgação/BR Distribuidora) Esse tipo de estabelecimento, também chamado de “clone”, costuma copiar as cores de marcas tradicionais, mas, na verdade, é um posto sem bandeira e, portanto, mais propenso a vender combustíveis adulterados. 3. Exija a nota fiscal Pode parecer um detalhe pequeno, mas, ao exigir a nota fiscal após o abastecimento, o consumidor estará se protegendo contra eventuais problemas causados pelo combustível adulterado. Exigir a nota fiscal é mais uma forma de se precaver contra possíveis problemas causados por combustível adulterado (Imagem: André Magalhães/Canaltech) É por meio desse documento que ele poderá acionar os meios legais e comprovar que foi determinado fornecedor quem lhe vendeu o produto de má qualidade, seja ele qual for. 2. Cuidado com “bomba fantasma” Ficar atento à bomba de combustível na hora de abastecer também é fundamental para escapar de fraudes. Embora não seja fácil de perceber, o golpe da fraude volumétrica pode ser detectado. Ficar atento ao quanto marca na bomba e o que entra no tanque também é importante (Imagem: Marcello Casal jr/Agência Brasil) Ele se configura quando o mostrador aponta um número de litros de combustível maior do que o que está sendo efetivamente colocado no tanque. Por isso é bom saber quanto combustível cabe em seu tanque e quanto tem lá dentro no momento de abastecer. Se ele estiver na metade, por exemplo, e a capacidade for de 50 litros, não faz sentido a bomba marcar 40 litros. 1. Desconfiou? Peça testes A última dica para evitar fraudes no combustível na hora de abastecer é garantida por lei, mesmo que alguns postos se recusem a obedecê-la (o que configura ainda mais a possibilidade de adulteração). Desconfiou de combustível adulterado? Peça os testes, e o posto terá que fazê-los na hora (Imagem: Tham KC/Envato/CC) Se você desconfiar da qualidade do combustível que está sendo oferecido, peça para que realizem na hora os testes de proveta (ou densímetro). O posto é obrigado a fazer o teste na hora e, se o resultado não estiver dentro do padrão, é passível de denúncia. Leia também: Combustível estraga? Quanto tempo dura gasolina, etanol e diesel 5 dicar para diminuir o gasto de combustível do seu carro Leia a matéria no Canaltech.
